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0018 agosto/setembro 2007
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NewsLetter 0018 agosto/setembro 2007

   
 
1 Viva Wander Piroli!

2 Tradução Pirata do Sétimo Harry Potter dá Cadeia.

3 O Código da Vinci em Audiolivro!
4 Papa Bento 16 vai publicar livro com editora de O Código Da Vinci

5 Cristãos e Muçulmanos unem-se contra 'O Código Da Vinci'
6 Aurélia, o Dicionário Gay
7 Querem barrar a 'Aurélia'
8 Cocaína
9 ONG entra na Justiça para reproduzir livros
10 Cinco irmãs petrolíferas
       

1 Viva Wander Piroli!
Fonte: hette.com.br
A Editora Leitura, de Belo Horizonte, anunciou que vai relançar toda a obra do escritor mineiro Wander Peroli e editar seus oito inéditos, a partir deste mês. Wander Piroli faleceu este ano em Belo Horizonte, aos 75 anos. Traduzido até para o búlgaro e o polonês, Wander Piroli foi um dos grandes cronistas de sua cidade, Belo Horizonte, que retratou de canto a canto em livros como Lagoinha. Escreveu diversos livros infantis, entre eles O Menino e o Pinto do Menino, de 1975 (grande sucesso de público, hoje em sua 33.ª edição), e Os Rios Morrem de Sede.

2 Tradução Pirata do Sétimo Harry Potter dá Cadeia.
Fonte: Omelete
A polícia francesa deteve rapaz de 16 anos acusado de pôr na Internet tradução pirata de Harry Potter and the deathly hallows. O rapaz foi detido em Aix-en-Provence pela polícia de Paris, mas liberado no dia seguinte. A tradução pirata, aparentemente, foi feita apenas pelo rapaz de Aix-en-Provence, e disponibilizada dias após o lançamento do livro, em 21/07. Além de prender o autor, que vai responder a processo por violação de direito autoral, a polícia fechou o site onde a tradução foi oferecida. Fãs em diversos países já criaram traduções não oficiais dos diversos livros da série.

3 O Código da Vinci em Audiolivro!
Fonte: PublishNews
A empresa AudioLivro lança O Código Da Vinci em audiolivro – o livro para se escutar, e se conhecer na íntegra o best-seller de Dan Brown. São 17 horas de audiolivro narradas por profissionais com músicas de fundo que proporcionam um belo clima. O audiolivro "O Código da Vinci" é vendido pelo site www.audiolivro.com.br, em download, custando R$29,90; e, em CDs, com pré-venda, por R$69,90 (caixa versão luxo, contendo 15 CDs). Empresas interessadas em vender os produtos da AudioLivro, podem entrar em contato com a Editora AudioLivro pelo e-mail: contato@audiolivro.com.br ou pelo telefone: 11-5908-1807

4 Papa Bento 16 vai publicar livro com editora de O Código Da Vinci
Fonte: Folha Online
O papa Bento 16 deu preferência à capacidade de vendas da editora Doubleday para a publicação de seu primeiro livro. O editor escolhido por Bento 16 é o mesmo responsável pelo sucesso de vendas dO Código Da Vinci, de Dan Brown — livro tachado pelo Vaticano como "blasfemo". A editora Doubleday também será a responsável por colocar no mercado americano o livro do papa Bento sobre a vida de Cristo.

5 Cristãos e Muçulmanos unem-se contra 'O Código Da Vinci'
Fonte: Folha Online
O ministro da Cultura do Egíto, Farouk Hosni, comunicou que O Código Da Vinci será banido das livrarias do país e que o filme baseado no romance será proibido no Egito. A decisão de Hosni foi tomada depois de um grupo de parlamentares muçulmanos e cristãos apresentarem proposta para que o livro de Dan Brown fosse retirado das lojas. No debate parlamentar, o presidente da Assembleia Nacional, Ahmed Fathi Surur, advertiu para os riscos da "cultura do conflito" entre os povos.

6 Aurélia, o Dicionário Gay
Fonte: Folha de S. Paulo
A recém-lançada obra Aurélia, A Dicionária da Língua Afiada (Editora do Bispo, 143 pp., R$ 24), cujo título é descrito pelo autor Ângelo Vip como "homenagem ao Aurélio" não agradou a família do dicionarista nem a editora Positivo, que detém os direitos sobre as edições e comercialização do "Aurélio" desde 2003. O diretor de marketing do grupo Positivo, André Caldeira, afirmou que "tomaria todas as medidas judiciais cabíveis para defender a marca". "Quero deixar claro que não é uma prática de homofobia. É proteção a uma marca", disse. Segundo Caldeira, "Aurélia" seria uma "deturpação do nome". "Estão pegando carona em uma instituição muito importante." A viúva de Aurélio Buarque de Holanda, a também lexicógrafa Marina Baird Ferreira, 83, afirmou, por e-mail, que a família "dispensa a homenagem". "A família em nome do falecido autor declara-se contrária a qualquer demonstração de homofobia, mas dispensa essa "homenagem" ao dicionário." De acordo com Ivan Junqueira, membro da Academia Brasileira de Letras, "é interessante que exista no Brasil um dicionário de expressões gays". "Só acho que eles pegaram pesado com a brincadeira e erraram na mão. O Aurélio é uma instituição brasileira."

7 Querem barrar a 'Aurélia'
Fonte: Folha de S. Paulo
O livro Aurélia, dicionário de termos gays lançado em São Paulo pela Editora do Bispo, corre o risco de ser retirado das livrarias. A editora Positivo, que detém os direitos de publicação e comercialização do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, enviou notificação extrajudicial, assinada por seus advogados e pelos da família de Aurélio Buaque de Hollanda, o autor do famoso dicionário, pedindo que os exemplares do Aurélia fossem das livrarias e que toda a divulgação cessasse. A Editora do Bispo, por meio de seus advogados, avisou que não retiraria a obra.

8 Cocaína
Fonte: PublishNews
Exposta nas vitrines de farmácias e receitada como prescrição médica para adultos e crianças até meados dos anos 1930, a cocaína estava presente nas ruas, nas farmácias, nos bares, nas pensões, na publicidade, nos jornais e na literatura. Seu consumo foi definitivamente proibido por lei no ano de 1938, reforçando o decreto-lei 4.294, publicado em 1921, que coibiu a comercialização de substâncias alucinógenas como cocaína. A repressão à venda de entorpecentes e as exigências que pesavam sobre farmacêuticos impulsionou laboratórios a encaminhar ao Departamento Nacional de Saúde Pública um documento que pedia maior envolvimento do governo em formas de tratamento dos usuários. A carta também solicitava que as penas de prisão fossem abolidas. A sedução da cocaína e de outros entorpecentes como o ópio e a morfina é tema de textos jornalístico-literários datados da década de 1920 e 1930. Cocaína, literatura e outros companheiros de ilusão (Casa da Palavra, 152 pp.) é um livro isento de apologias contra ou a favor da liberação e legalização das drogas. Sua proposta é gerar reflexão e fomentar discussão sobre o tema apresentado pelos textos.

9 ONG entra na Justiça para reproduzir livros
Fonte: Valor Econômico
O Instituto de Direito do Comércio Internacional e Desenvolvimento (IDCID), organização não governamental (ONG) brasileira, ajuizou ação civil pública na Justiça paulista contra a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR). A ONG quer na Justiça a permissão para que estudantes e professores universitários reproduzam parcialmente livros acadêmicos. De acordo com o instituto, desde 2004 a ABDR vem implementando, em todo território nacional, inúmeras atividades com o objetivo de suprimir, total e absolutamente, os direitos dos estudantes e professores brasileiros de reproduzir parcialmente obras protegidas para fins educacionais, pesquisas acadêmicas e docência. Argumentam que a entidade não quer limitar o acesso aos livros acadêmicos, mas que o mercado das editoras universitárias encolheu muito. Livros-texto são lançados hoje com uma tiragem que não excede os 1.500 exemplares. A ABDR diz que já tentou fazer parcerias com os centros de fotocópias das universidades, cobrando um percentual a título de direitos autorais de cada fotocópia, mas a parceria não deu certo. A tentativa agora é um projeto chamado Portal do Livro, em que os estudantes vão poder imprimir capítulos de livros que os interessem pagando parte dos direitos autorais.

10 Cinco irmãs petrolíferas
Fonte: Valor Econômico

Pronuncie as palavras "companhias petrolíferas", e o que vem à mente são nomes como ExxonMobil, Chevron e Shell. Mas quando se trata efetivamente da produção do petróleo bruto, outro grupo de companhias, menos familiar, está se tornando cada vez mais importante. Empresas petrolíferas estatais, como a Saudi Aramco e a National Iranian Oil, e não as remanescentes das chamadas "sete irmãs", controlam a maior parte das reservas e da produção mundiais. Essas organizações envoltas em segredo provavelmente exercem, ao menos indiretamente, influência crescente sobre como vivemos. Para os leitores interessados em saber como elas se comportam e o que as motiva, Oil Titans: National Oil Companies in the Middle East (Brookings, 322 pp., US$ 19,95), de Valérie Marcel, é um bom lugar para começar. A publicação é oportuna porque as companhias petrolíferas nacionais (CPNs), da Venezuela ao Irã, estão flexionando seus músculos e ganhando importância. E diversamente do que fazem muitos livros sobre petróleo, que tendem a ser relativamente básicos, este vem repleto de informações úteis.

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