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Amazon lança Kindle 2,
mais fino e rápido
Foi
apresentada pela Amazon nos Estados Unidos, a nova versão do seu popular
Kindle 2. Esse novo leitor de livros eletrônicos é 25% mais fino que um
iPhone e, de acordo com o fundador da Amazon.com, Jeff Bezos, entregará ao
usuário qualquer livro que já foi impresso no mundo, em qualquer idioma,
em menos de 60 segundos. O novo modelo tem sete vezes mais área de
armazenagem do que o modelo anterior, uma bateria com duração de até duas
semanas e um recurso que permite ao aparelho ler texto em voz alta. Com
menos de um centímetro (0,91cm) e pesando apenas 280 gramas, o aparelho
tem a espessura comparada a de um lápis. Sua bateria dura de quatro a
cinco dias sem necessidade de recarga, e até duas semanas se a rede
sem-fio estiver desligada. O
Kindle 2 tem como destaque a conexão por sistema 3G.
Será vendido por US$ 359, o mesmo
preço do Kindle original. A versão de lançamento veio com direito a livro
inédito de Stephen King. Ur sairá exclusivamente no Kindle e tem o
aparelho como um dos personagens principais.
Concorrentes do Kindle:
Os e-books estão no mercado desde a década de 90. Com a popularização da
internet e a adoção de sistemas de conexão sem fio, como Wi-Fi e 3G,
ganharam uma chance de aumentar sua participação no mercado.
Como o Kindle está disponível por enquanto apenas nos EUA, fabricantes
europeus apostam em seu próprio mercado.
A holandesa Endless Ideas mostrou na Cebit a nova geração de seu
leitor digital BeBook, que agora vai ter conexão à internet por 3G e Wi-Fi
e tela sensível ao toque. Um dos destaques do txtr, apresentado pela alemã
Wizpac na Cebit, é a capacidade de armazenamento. O aparelho, que deve
chegar ao mercado neste ano, tem 1 Gbyte de memória interna e vem com
cartão microSD de 8 Gbytes. Já a chinesa Onyx, que já fabrica esse tipo de
produto para a venda por marcas de clientes, deve lançar até o meio do ano
um e-book com seu próprio nome.
Compilado de
PublishNews BR
- NtDown BR -
Folha de S. Paulo
BR -
sobe
Leitores preferem livros impressos
Uma pesquisa realizada pela
Random House/Zogby em meados de 2008, explorou a forma, como e onde os leitores compram livros,
o que os fazem comprar e quais seus hábitos de leitura. Embora seja
crescente a disponibilidade de formatos como o online, e-book reader ou PDA,
a maioria dos entrevistados apontou que ainda gosta de ler do modo
tradicional. Dos pesquisados, 82% disseram que preferem o livro impresso a
utilizar as recentes tecnologias de leitura. Neste universo, as mulheres
(85%) são mais propensas que os homens (79%). A pesquisa concluiu que a
maioria dos leitores vai a uma livraria sabendo exatamente o que estão
procurando - 43% dos entrevistados, embora outros 38% muitas vezes vão com
um determinado livro em mente. Para quase metade (48%), a primeira coisa que
chama a atenção para um livro é o tema, seguido pelo autor (24%) e o título
da obra (11%). Os resultados foram apresentados nos EUA, pelo presidente da
Zogby, John Zogby. Ele é o autor de um novo livro com a Random House, The
Way Will Be: The Zogby Report on the Transformation of the American Dream.
Nele, identifica um novo consenso americano decorrente do colapso da
confiança nas lideranças políticas, abordando as grandes tendências que
afetam o modo como os americanos compram e votam.
Compilado do
PublishNews
- BR
sobe
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Corrida frenética para digitalizar obras
- UOL.BR
O Google e uma vasta coalizão anti-Google, apoiada por seus
concorrentes Yahoo e Microsoft, estão numa verdadeira corrida para
digitalizar e colocar on-line obras literárias de todo o mundo. O Google
relançou seu projeto Google Book Search, iniciado em 2004, com o ambicioso
objetivo de levar toda as obras literárias existentes ao formato digital e
torná-las acessíveis na internet. O Google alcançou acordos com a New York
Public Library e grandes universidades como Harvard, Oxford, a Universidade
Complutense de Madri e a Universidade da Califórnia para incluir suas
coleções em sua biblioteca virtual. A Universidade de
Wisconsin permitiu ao grupo ter acesso à sua extensa seleção de trabalhos
históricos.
Leia o artigo
sobe |